Vamos dizer que você ver um anúncio de jornal dizendo que, o departamento de psicologia da universidade de Yale está fazendo uma "experiência em memória" e estão contratando voluntários pagos para a experiência. estudo por uma hora, para você, por que não ir?
Ao chegar no laboratório, você encontra dois homens, um cientista da pesquisa de jaleco, e o outro apenas um voluntário que gosta de si mesmo. O pesquisador começa a explicar o estudo de ambos. Ele diz que o estudo é sobre os efeitos da punição sobre a memória, a tarefa do outro voluntário será aprender uma série de pares de palavras ( ele será o aprendiz).
O seu trabalho será como professor, terá que testar a memória da palavra do aluno e administrar choques elétricos para cada resposta errada. E para cada nova resposta errada, a tensão sobe.
Você não tem certeza sobre toda esta coisa, mas deve ficar bem, certo? O teste começa, e quando o outro voluntário erra uma pergunta, você puxa uma alavanca que proporciona um leve choque.
com o tempo, porém, os níveis de choque vão aumentando, e o aluno grunhindo audivelmente. Aos 120 Volts, ele diz que os choques estão realmente começando a doer. A 150 Volts ele tenta sair, o pesquisador diz para ele continuar, e que o choque não causará nenhum dano "tecidual permanente" para o aluno. Você continua questionando e entregando punição para as respostas incorretas. Em 160 Volts o aluno grita, a 300 Volts o aluno se recusa a responder por mais tempo, pois os choques vão prejudicar a sua capacidade mental. O pesquisador diz para considerar a falta de resposta como incorretas. O aluno reluta, chuta e começa a implorar por misericórdia por todos os choques posteriores, todo o caminho até 450 Volts quando o pesquisador finalmente manda você parar.
HISTÓRIA ASSUSTADORA....
Isso não pode ter acontecido, certo?
Bem, na verdade aconteceu, em 1963 em Yale, durante uma série de experiências de Stanley Milgram.
MAS, AQUI ESTÁ A VERDADE SOBRE A EXPERIÊNCIA DE MILGRAM!
** NÃO HOUVE CHOQUES ELÉTRICOS REAIS
** O ALUNO ERA UM ATOR
** O ESTUDO NÃO TINHA NADA A VER COM A MEMÓRIA
O que Milgram queria saber mesmo era como se comportaria os professores quando ele mandava continuar a aplicar os choques, pois eles achavam que era verdade.
Cerca de dois terços (65%) dos sujeitos continuaram a administrar os choques até 450 Volts, não importava o quanto os alunos imploravam por misericórdia, sem o encorajamento do pesquisador para continuar, no entanto, o estudo constatou que os cobaias teriam parado de dar o castigo muito cedo.
Os resultados chocou a faculdade de Yale ( sem trocadilhos), e tornou-se parte do folclore da psicologia moderna. Cada aspecto da experiência tinha sido analisada cuidadosamente para puxar assuntos de teste a partir de uma seção transversal para os padrões de idades, ocupações e os níveis de educação. Por outras palavras, eles não eram sádicos e selvagens, eles eram pessoas como eu e você.
A ANALISE DO ESTUDO ORIGINAL DE 2002 CONFIRMA OS RESULTADOS
O QUE PODERIA LEVAR A ESSE COMPORTAMENTO?
Milgram concluiu que é o nosso profundo senso de dever para com as autoridades.
Estamos treinados desde a infância a respeitar e confiar em figuras ( como cientistas de jaleco) e a obediência que vem com ele permanece conosco ao longo de nossas vidas.
Mesmo quando desconfiamos de que alguma coisa estar errada.
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